Os primeiros 10 filmes internacionais selecionados são:
“Uranium Road“ da África do Sul do diretor Theo Antonio sobre a indústria nuclear da África do Sul;
“The Return of Navajo Boy” dos EUA com o diretor Jeff Spitz sobre a mineração de urânio no território do povo indigena navajo;
“Fight for Country” da Austrália do diretor Pip Starr sobre a luta dos aborígenes e ambientalistas contra uma grande mineração de Urânio no norte de Austrália;
“Uranio 238: La Bomba Sucia del Pentágono” de Costa Rica do diretor Pablo Ortega sobre a munição radioativa que os Estados Unidos estão usando nas guerras na ex Iuguslávia e Iraque;
“Yellow Cake. Die Luege von der sauberen Energie” da Alemanha do diretor Joachim Tschirner que desmascara a grande mentira da indústria nuclear de ser uma “energia limpa”.
“Uranium” do diretor canadense Magnus Isacsson sobre a poluição radioativa feita pelas minas de urânio no Canadá.
“Project of Decay” de Suécia do diretora Klara Sager sobre o povo indígena samen do norte da Suécia que sofre até hoje por causa do desastre nuclear de Chernobyl em 1986, embora viverem 5 mil quilometros longe da Ucrânia;
“Into Eternity” do diretor dinamarquês Michael Madsen sobre a questão do lixo altamente radioativo das usinas nucleares;
“Hiroshima – a Film of Human Survival” da EUA/Japão do diretor David Rothauser sobre os sobreviventes da primeira bomba atômica dos Estados Unidos jogada na cidade japonesa de Hiroshima no final da 2ª Guerra Mundial:
“Uranium” um filme dos EUA sobre os efeitos graves da mineração de urânio na área indígena dos Navajo em Nuevo Mexico e Arizona da diretora Sarah Del Seronde.
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